Wecore na Formação da OCC: o que muda com o Orçamento do Estado 2026 para as empresas

Insights sobre o Orçamento do Estado 2026 e o futuro da fiscalidade e contabilidade.

A equipa de contabilidade da Wecore marcou presença na formação promovido pela Ordem dos Contabilistas Certificados, onde foram analisadas em profundidade as principais medidas fiscais e contabilísticas que vêm com o Orçamento do Estado para 2026.

A acompanhar de perto as mudanças legislativas que vão moldar a contabilidade e a fiscalidade das empresas portuguesas este ano, a equipa da Wecore esteve presente na formação organizada pela Ordem dos Contabilistas Certificados, onde se discutiram diversos temas centrais para a prática profissional e o impacto direto nas PME e empresas maiores.

Uma das grandes áreas abordadas no evento foi o Orçamento do Estado para 2026 (Lei n.º 73-A/2025), publicado no final de 2025 e em vigor desde 1 de janeiro. Este orçamento introduz alterações fiscais que afetam tanto empresas como famílias, com impacto direto na contabilidade e no planeamento financeiro das organizações.

Principais tópicos debatidos no congresso

  • Redução do IRC e impacto nas empresas
    Entre as novidades mais relevantes para as empresas esteve a redução da taxa de IRC para 19% em 2026 — continuando um percurso de alívio gradual da carga fiscal para as sociedades — e um regime especial de 15% para os primeiros €50 000 de matéria coletável para PME, fortalecendo a competitividade fiscal para os negócios portugueses.
  • Alterações fiscais com impacto nas rotinas de contabilidade
    Foram discutidas também atualizações que vão desde a atualização dos escalões de IRS (impactando empresas com colaboradores), recentes orientações sobre o Código do IVA e alterações pontuais em benefícios fiscais e incentivos, incluindo regimes para prémios de produtividade e isenções específicas em certas áreas.
  • Ficheiro SAF-T e obrigações digitais
    Outros pontos que estiveram em debate foram o horizonte de cumprimento de novas obrigações contabilísticas, incluindo o adiamento de obrigatoriedades relacionadas com o ficheiro SAF-T (que agrega informação contabilística e fiscal), reforçando a necessidade de planeamento antecipado por parte dos contabilistas e gestores financeiros.

O que isto significa para as empresas

A participação da Wecore neste congresso não foi apenas informativa: permitiu captar perspetivas avançadas sobre como estas alterações se traduzem em decisões práticas e estratégicas para os seus clientes, tanto no suporte à conformidade fiscal como na otimização do desempenho financeiro das organizações.

Segundo a equipa, um dos grandes temas que se destacou foi a forma como o planeamento fiscal e contabilístico passa a ser uma vantagem competitiva e não apenas um requisito legal — especialmente num contexto em que as empresas têm de gerir riscos, custos e cumprir novos requisitos de forma integrada.

“Para nós, estar presente nestes debates é essencial para antecipar mudanças, preparar soluções personalizadas e certificar-nos de que os nossos clientes não apenas cumprem as normas, mas também beneficiam das oportunidades que estas alterações trazem.” — equipa de contabilidade Wecore

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